Acho que todo mundo que um dia já se mudou de casa, já sentiu aquela sensação de que a nova casa ainda não um lar, não é mesmo? Em 3 anos, esta é a 3a vez que eu a Vi mudamos. A 1a, logo após o lindo e saudoso casório, foi lá para a Aclimação. A 2a, lá para Moema, quando compramos o apê. E agora, a mais radical de todas, para a Alemanha.
Acho que independente do lugar para onde vamos, acabamos passando pelos mesmos sentimentos: a 1a noite de sono (acordamos e nos perguntamos onde estamos), o primeiro dia que voltamos do trabalho (quantas pessoas já me disseram que se pegaram dirigindo para o endereço antigo...), os novos ruídos, os encontros com os novos vizinhos no elevador, se acostumar com a nova vaga de garagem, com o bairro etc. Mas aí os dias vão passando, vamos arrumando um cantinho para casa coisa, achamos a melhor posição da poltrona, um lugar para deixar os chinelos, onde empilhar os jornais e revistas. Até que, finalmente, sem percebermos, já passamos a sentir a nova casa como nosso lar.
Estamos bem no meio deste processo. A cada dia, a cada hora, vamos gostando um pouquinho mais da nossa casa. Principalmente esta semana. Todo dia, a Vi trouxe uma coisinha diferente, um novo objeto, um vaso, um maço de flores, que estão deixando a casa cada vez mais com a nossa cara.
Para mim é sempre uma surpresa, fico querendo sair logo da BASF para descobrir o que há de novo. Para lhes dar uma idéia, as novidades de hoje são: um vasinho de metal com uma planta, outra planta que fica no armário da cozinha, duas luminárias para leitura (oba, não preciso mais ficar com a minha acesa!!!), um potinho de madeira. Ah, e um cabide para pendurar gravatas (este vai conosco pro Brasil!).
Obrigado Vi pelas surpresas. E aos candidatos a visitantes, fiquem tranquilos, estaremos prontos para bem recebê-los!
Zé..
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